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ELIZIANE GAMA: A senadora maranhense Eliziane Gama oficializou sua mudança para o PT nesta quinta-feira (2), após um convite pessoal do presidente Lula.
A saída do PSD foi marcada por um tom de gratidão ao presidente da legenda, Gilberto Kassab, mas Eliziane destacou que a mudança visa fortalecer sua atuação ao lado do governo federal no Congresso
Por CIDADE FM 91,1 Mhz - GRAJAÚ MA
Publicado em 02/04/2026 21:32 • Atualizado 02/04/2026 22:50
NOTÍCIA

 Eliziane Gama, senadora do Maranhão, anunciou nesta quinta-feira (2) a troca do Partido Social Democrático (PSD) pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

 

 Em nota, compartilhada nas redes sociais, ela agradeceu os quatro anos que ficou no partido de Gilberto Kassab, mas enfatizou que ‘inicia um novo ciclo’. 

“Hoje inicio um novo ciclo ao lado do presidente Lula, que me convidou e abonou pessoalmente minha filiação ao PT.”, escreveu. “Seguimos juntos, unidos pelo compromisso com a justiça social e um Brasil mais igual e solidário.”, acrescentou.

Com essa movimentação, a bancada do PT no Senado cresce, consolidando o partido como uma das maiores forças na Casa

A filiação de Eliziane Gama ao PT, oficializada em 2 de abril de 2026, altera o equilíbrio de forças no Senado e redesenha alianças estratégicas no Maranhão para o próximo ciclo eleitoral.

Com a entrada de Eliziane, a bancada do PT sobe para 10 senadores, empatando ou aproximando-se do MDB, enquanto o PSD recua para 13 cadeiras. 

Essa movimentação fortalece a base do governo Lula para a reta final da legislatura, garantindo maior peso nas comissões e na definição da pauta legislativa. 

A mudança de partido é vista como um movimento estratégico, mas que traz desafios eleitorais significativos para a senadora:

Desgaste com a Base Evangélica: Historicamente ligada a esse segmento, Eliziane enfrenta resistência e perda de apoio de lideranças religiosas devido à sua aliança com o PT e posicionamentos divergentes de pautas conservadoras.

Articulação Governista: A filiação, feita a convite pessoal de Lula, visa consolidar o palanque do presidente no estado, mas ocorre em um cenário de reorganização política onde outros nomes, como Orleans Brandão (MDB), já iniciam pré-candidaturas majoritárias. 

 

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