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Estados Unidos confirma ataque matou Khamenei, líder supremo do Irã; 0 ditador sanguinário matou várias pessoas de seu próprio País.
Presidente americano diz abrir caminho para mudança de regime Quase 2 meses após captura de Maduro, Khamenei pode ser o primeiro chefe de Estado morto em uma operação liderada pelos EUA
Por CIDADE FM 91,1 Mhz - GRAJAÚ MA
Publicado em 28/02/2026 20:11
NOTÍCIA
São Paulo

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto neste sábado (28) no ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra a teocracia, cujo futuro após 47 anos está em suspenso. A informação foi passada por Tel Aviv para Washington, e depois reiterada por Donald Trump.

O Irã, até aqui, tem negado a morte de Khamenei, 86, mas não apresentou nenhuma prova de sua sobrevivência.

"Khamenei, uma das pessoas mais más da história, está morto", disse Trump na rede Truth Social. Ele disse que ouviu relatos de que elementos da Guarda Revolucionária, a principal força militar do país, querem parar a retaliação contra os EUA e seus aliados no golfo Pérsico, e voltou a oferecer imunidade em caso de rendição.

 

Mais cedo, o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, havia dito publicamente que "há muitos sinais" de que o líder "não está mais entre nós" —o que levou agências de notícia estatais iranianas a dizer que o aiatolá está "firme e em comando" do campo de batalha.

Antes e depois do complexo onde vive o líder Ali Khamenei, em Teerã

 
Vista aérea mostra área urbana densamente povoada com ruas estreitas e prédios próximos. Fumaça preta sobe de um ponto central, indicando possível incêndio ou explosão. Áreas verdes e estruturas maiores aparecem na parte inferior direita.

Imagens de satélite mostram o local antes e depois de ataques dos EUA e de Israel - Reprodução/Reuters

Netanyahu citou que o complexo em que Khamenei morava foi destruído por sua aviação em Teerã. O estrago já era verificável por meio de uma foto de satélite divulgada mais cedo pelo New York Times, mas a mídia estatal iraniana afirmava que o líder e o presidente, Masoud Pezeskhian, estavam vivos.

Já o chanceler Abbas Araghchi disse que Khamenei tinha sobrevivido "pelo que ele sabia". O porta-voz diplomático Esmaeil Baghaei, entretanto, afirmou à rede americana ABC que "não podia confirmar" a condição dos dois líderes. "O que importa é que nosso país está focado em se defender", disse.

Netanyahu também afirmou que "diversos comandantes da Guarda Revolucionária e cientistas nucleares" foram alvejados na ação com 200 aviões contra 500 alvos, que levou a uma retaliação também inédita contra aliados americanos no golfo Pérsico.

Mais cedo, o Irã tinha dito que havia ocorrido algumas baixas nos quadros de liderança do país, mas nada de impacto sobre a governabilidade ou capacidade de defesa. Segundo o Crescente Vermelho, 201 pessoas foram mortas nos ataques e 747 ficaram feridas. Não houve baixas americanas, segundo o Pentágono, e ao menos um civil morreu em Abu Dhabi.

A ação militar ocorreu mesmo após o anúncio de mais uma rodada de negociações entre americanos e iranianos acerca do programa nuclear de Teerã, que o presidente Donald Trump disse querer ver desmantelado completamente.

 

 
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